quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Sistema Solar

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

domingo, 27 de novembro de 2011

Sistema solar


O que é o sistema solar
O sistema solar é um conjunto de planetas, cometas, satélites e outros fragmentos de espaço que orbitam o sol.

Planeta Terra
A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol estando a uma distância ideal para a existência de vida (nem muito próximo, onde ficaria demasiado quente, nem muito afastado, onde ficaria demasiado frio).
A Terra formou-se há 4,54 mil milhões de anos. A sua superfície tem aproximadamente 71% de oceanos e 29% de continentes.
Distancia média ao Sol: 1,496.6 milhões de Km
Massa: 5,9736x1024 Km quadrados.
Diâmetro equatorial: 12756,2 km
Eixo de inclinação: 7,155 graus ao equador do Sol
Atmosfera existente e constituída por: azoto, oxigénio, argônio, dióxido de carbono e vapor de água (variável com o clima)
Temperatura media da superfície: 14 graus centígrados
Tempo de translação: 365,256363004 dias
Tempo de rotação: 23,56 minutos
Velocidade orbital: 107200 Km/h

Júpiter
Júpiter é o maior planeta do sistema solar. É um planeta gasoso, composto principalmente por hidrogénio e hélio.
Foi pela primeira vez observado com um telescópio por Galileu Galilei em 1610, Galileu Galilei que também descobriu os 4 dos 64 satélites que se destacam. São esses Ganimedes, Calisto, Io e Europa.
Distancia media a Sol: 778,330 milhões de quilómetros
Massa: 317,8 terras, 1,8986x1027 Kg
Diâmetro equatorial: 142984,8 Km
Eixo de inclinação: 6,09 graus ao equador do Sol
Tem atmosfera e é constituída por: hidrogénio, hélio, metano, amónia, fósforo e vapor de água.
Temperatura media a superfície: 108 graus centígrados
Tempo de translação: 11,86 anos
Tempo de rotação: 10 horas
Velocidade orbital: 13,07 km/s

Cometa Borrelly

Um cometa é um corpo menor do sistema solar que orbita o Sol.









Um cometa é constituído pela cauda ( parte de trás ), o núcleo ( centro do cometa ) e cabeleira ( parte restante ) quando está perto do Sol. Quando está longe do Sol um cometa apresenta apenas o núcleo.
O cometa Borrelly é um cometa periódico descoberto pelo francês Alphonse Borrelly em 28 de Dezembro de 1904 durante uma rotina de procura de cometas em Marselha, França.
Pensa-se que o cometa Borrelly surgiu na Cintura de Kuiper que fica além da órbita de Neptuno.
O seu período de translação é de 6.88 anos.
Demora um pouco mais de 7 anos a ser visível na Terra.



GRUPO III
Tomás Monteiro nº 27
Tomás Figueiredo nº 28


Sistema Solar

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Os Equívocos da Teoria do Big Bang


Equívoco:

A Teoria do Big Bang descreve a origem do universo.

Realidade:

A teoria é uma tentativa de explicar como é que o universo se desenvolveu a partir de um estado minúsculo e muito denso para aquilo que é hoje. Ela não tenta explicar o que iniciou a criação do universo, o que existia antes do Big Bang ou até o que existe fora do universo.

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Equívoco:

O big bang foi uma espécie de explosão gigante.

Realidade:

A teoria descreve a expansão do universo. Embora algumas versões da teoria refiram que houve uma expansão muito rápida (possivelmente mais rápida que a velocidade da luz), isso não significa que houve uma explosão no sentido clássico do termo.

Os especialistas dizem que não houve uma explosão; houve (e continua a existir) uma expansão. Ao invés de imaginar um balão a rebentar e a libertar o seu conteúdo, imagina um balão a expandir: um balão infinitamente pequeno expandindo-se até ao tamanho atual do nosso universo.

A confusão deve-se, em parte, ao nome que lhe foi atribuído, pois indicia que terá havido uma explosão. O responsável por isso é Fred Hoyle, um crítico da teoria, que usou o termo "big bang" como expressão de desdém por esse modelo. O comentário foi divulgado e o nome acabou por ficar esse.

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Equívoco:

Há tendência para imaginar uma pequena bola de fogo a aparecer no espaço.

Realidade:

Segundo os especialistas, no entanto, o espaço não existia antes do Big Bang.
No final dos anos 1960 e início dos anos 1970, quando o homem foi à lua pela primeira vez, três britânicos astrofísicos, Steven Hawking, George Ellis e Roger Penrose que centraram a sua atenção na Teoria da Relatividade e suas implicações sobre a noção de tempo.

De acordo com os seus cálculos, o tempo e o espaço tiveram um começo finito que correspondia à origem da matéria e da energia.

A singularidade não apareceu no espaço; pelo contrário, o espaço começou dentro da singularidade. Antes da singularidade, não existia nada – nem o espaço, nem o tempo, nem a matéria ou a energia - nada.

Então, onde e como surgiu a singularidade se não apareceu no espaço? Não sabemos. Não sabemos de onde veio, porque está aqui ou até mesmo onde está.

Tudo o que realmente sabemos é que estamos dentro dela e que em algum momento ela não existia nem nós.

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Equívoco:

O Big Bang foi uma explosão de um ponto cheio de matéria para um espaço vazio circundante.

Realidade:

Não, o Big Bang foi uma subita expansão do próprio espaço com todo o seu conteúdo, que se deu igualmente em todos os lugares.

A teoria do Big Bang não explica como é que isso começou, apenas como ocorreu, quando já estava a ocorrer. O Universo expande-se, mas não há espaço vazio para onde ele vai. Todo o espaço está dentro dele.

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Equívoco:

Alguns cosmólogos, usam a Teoria do Big Bang para calcular a idade do universo.

Realidade:


Devido a diferentes técnicas de medição, nem todos concordam quanto a essa idade.


Na verdade, a diferença entre as estimativas pode chegar a dois bilhões de anos!


Desde que os cientistas propuseram a Teoria do Big Bang, muita gente questiona e critica o modelo.


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Equívoco:

Os críticos alegam que a Teoria do Big Bang sugere que o universo começou do nada e que viola a primeira lei da termodinâmica (segundo a qual matéria e energia não podem ser criadas ou destruídas).

Realidade:


Os defensores da teoria dizem que essa crítica não se justifica por dois motivos

  1. O big bang não trata da criação do universo, mas sim da sua evolução.
  2. Como as leis da ciência perdem a validade quando nos aproximamos do momento de criação do universo, não existe motivo para supor que a primeira lei da termodinâmica se aplicaria.
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Fontes:


http://ciencia.hsw.uol.com.br/big-bang.htm (9 de Outubro de 2011)

http://www.allaboutscience.org/portuguese/teoria-do-big-bang.htm (9 de Outubro de 2011)

http://alemdaqui.wetpaint.com/page/O+Big+Bag (9 de Outubro de 2011)

Trabalho Realizado por:

André Silva - Nº 3º 7ºD

António Gonçalves - Nº4 7ºD


domingo, 9 de outubro de 2011

Via Láctea

Visualiza o pequeno vídeo para saberes um pouco mais sobre a nossa galáxia

Tipos de galáxias

Consegues classificar, quanto à forma, as seguintes galáxias?


 Galáxia do Sombrero   
                                   
Galáxia NGC 1427A

Galáxia NGC 1300

Imagens obtidas pelo telescópio Hubble
(poderás encontrar estas e muitas outras imagens em http://hubblesite.org/gallery/album/galaxy)


domingo, 25 de setembro de 2011

Constituição e Organização do Universo

O Universo é constituído essencialmente por espaço "vazio", originando um amplo espaço negro onde se pode encontrar uma imensidão de pontos luminosos. Se olharmos com instrumentos próprios, podemos descobrir que esses pontos são constituídos por milhares de milhões de estrelas que no seu conjunto formam uma galáxia. Assim, uma galáxia é constituída essencialmente por estrelas.

No início do séc. XX, a distinção entre a nossa galáxia e o restante Universo não era ainda clara. De facto, embora a Astronomia tenha registado extraordinários progressos desde meados do séc. XVII, no início dos anos 20 ainda existia a convicção de que a nossa galáxia era única e que – para além dela – o Universo era essencialmente vazio.

A existência de galáxias exteriores à nossa só ficou bem esclarecida em 1926, por Edwin Hubble (1889-1953), com a utilização de um telescópio.

A galáxia a que pertencemos, chamada Via Láctea é, afinal, apenas uma entre muitas, actualmente podem observar-se mais de mil milhões de galáxias!

A disposição das estrelas numa galáxia pode dar origem a conjuntos com formas bem definidas ou conjuntos sem forma definida. As primeiras designam-se por regulares; e podem ter forma elíptica ou espiral. As segundas designam-se por irregulares.

O estudo das galáxias, desenvolvido nas últimas décadas, levou à conclusão de que elas se agrupam em agregados ou enxames de galáxias, cada um deles constituído por um número de galáxias que pode ir de poucas dezenas a algumas centenas.

O enxame ao qual a nossa galáxia pertence é geralmente designado por Grupo Local, sendo constituído por mais de trinta galáxias.

Por outro lado, os enxames de galáxias agrupam-se em superenxames de galáxias. O Grupo Local faz parte do superenxame da Virgem ou superenxame Local. Conhecem-se actualmente vários superenxames. Estes parecem representar a hierarquia máxima dos sistemas que constituem o Universo.

Adaptado de
M. Ferreira, G. Almeida. – Introdução à Astronomia e às Observações Astronómicas, Plátano Edições Técnicas, 4ª Edição, 1997.